01.01.2008 - 31.12.2009

Ingestion of folic acid in pregnant women: different methods of evaluation



Ref
79/ 2007

Financing Instituitions
Administração Regional de Saúde do Norte

Summary

O ácido fólico tem um papel indubitável na prevenção de malformações congénitas. Mais recentemente, tem-se associado a suplementação em ácido fólico com a redução do número de abortamentos espontâneos, gravidezes ectópicas, enfartes placentários, mortes fetais, partos pré-termo e recém-nascidos com restrição de crescimento intrauterino. com baixo peso ao nascimento.

O objectivo principal deste projecto foi avaliar a relação entre a ingestão de ácido fólico medida por diferentes métodos (questionário de frequência alimentar semi-quantitativo, diário alimentar e questionário sobre a utilização de suplementos vitamínicos) e os níveis plasmáticos e eritrocitários do mesmo.

Como objectivos secundários, pretendeu-se identificar factores socio-demográficos relacionados com a ingestão insuficiente de ácido fólico e avaliar a prevalência de inadequação de ingestão de ácido fólico no período pré-concepcional e primeiro trimestre da gravidez.

Foram recrutadas consecutivamente 120 grávidas, que recorreram ao Serviço de Obstetrícia do Hospital S. João para realização de ecografia do 1º trimestre (11-13 semanas de gestação).

As informações foram obtidas através de um questionário estruturado, aplicado por de entrevistadores treinados, para avaliar aspectos de ordem demográfica e social, antecedentes pessoais e familiares de doença, características comportamentais e medicação prévia e durante a gravidez, incluindo suplementos vitamínicos e minerais.

A ingestão alimentar foi avaliada pela aplicação de um questionário de frequência alimentar semi-quantitativo e pelo preenchimento de diários alimentares pelas grávidas. Foram ainda avaliados parâmetros correspondentes a dados antropométricos.

Obtiveram-se amostras de sangue da grávida para o doseamento do ácido fólico plasmático e eritrocitário por imunoensaios competitivos.


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A Comparative Analysis of the Status Anxiety Hypothesis of Socio-economic Inequalities in Health Based on 18,349 individuals in Four Countries and Five Cohort Studies
Scientific Reports
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