01.09.2015 - 01.09.2019

SHIPS - Screening to improve Health In very Preterm infantS in Europe (H2020 - PHC-06-2014 - 633724)



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PHC-06-2014 - 633724

Financing Instituitions
Comissão Europeia - Horizonte 2020 (2014-2020)

Participating Institutions
Institut National de La Sante et de La Recherche Medicale (INSERM) - Coordinator, France • University of Leicester, United Kingdom • Philipps Universitaet Marburg, Germany • Stichting Katholieke Universiteit, Netherlands • Regione Lazio, Italy • Uniwersytet Medyczny Im Karola Marcinkowskiego W Poznaniu, Poland • Universiteit Antwerpen, Belgium • Universidade do Porto/ Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto, Portugal • Region Hovedstaden, Denmark • Karolinska Institutet, Sweden • Tartu Ulikool, Estonia • Ospedale Pediatrico Bambino Gesu, Italy • The University of Warwick, United Kingdom • European Foundation for the Care of Newborn Infants, Germany

Summary

 

O nascimento prematuro é o principal fator determinante do comprometimento motor e cognitivo na vida adulta. Cerca de 50 000 lactentes na UE sobrevivem a um parto muito prematuro anualmente e correm um risco muito maior de paralisia cerebral, deficiências visuais e auditivas, capacidade cognitiva diminuída, distúrbios psiquiátricos e problemas comportamentais, do que os bebés nascidos a termo. No entanto, o prognóstico a longo prazo, após alta inicial do hospital, para cada criança, é ainda desconhecido. Os programas de rastreio e prevenção visam identificar os problemas de saúde precocemente, possibilitar intervenções para melhorar os resultados e permitir uma gestão ótima dos cuidados de saúde. Apesar da reconhecida importância destes programas, pouco se sabe sobre sua aplicação e impacto reais. Estes programas implicam um consumo significativo de recursos, tendo em conta as equipas multidisciplinares envolvidas nas avaliações e intervenções clínicas e de desenvolvimento, a coordenação exigida para manter o contacto com as crianças após a alta e o tempo despendido pelas famílias.

 

Este projeto usa um recurso único - a coorte EPICE de 6675 (bebés nascidos antes de 32 semanas de idade gestacional, entre 2011 e 2012, que tiveram alta hospitalar, em 18 regiões geograficamente diversas) - para avaliar o impacto destes programas de rastreio da saúde, cuidados e qualidade de vida dos bebés muito prematuros e suas famílias, bem como da sua cobertura, capacidade de responder às necessidades, equidade em saúde e custos ao nível da população. Também produzirá novos conhecimentos sobre ferramentas e métodos de avaliação.

 

Quatro estudos inter-relacionados serão realizados em 11 países da UE por um consórcio multidisciplinar de clínicos (de obstetrícia, pediatria e desenvolvimento infantil), investigadores (em epidemiologia, serviços de saúde e economia da saúde) e uma organização de utentes. Os parceiros têm a experiência para implementar este projeto e a notoriedade nacional e internacional para traduzir o seu resultado em melhores programas e políticas.


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